Este blogue pretende dar a conhecer “leituras” realizadas por alunos do AEMD. Está associado ao projeto "Cartão de Fidelidade" da Biblioteca Escolar que atribui pontos por cada opinião sobre livros lidos.

09
Fev 19

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Título: A seleção

Autor: Kera Cass

Editora: Marcador

Ano da 1ª edição: 2014

Sinopse: "A seleção" é uma saga de seis livros (A seleção, A elite, A escolha, Felizes para sempre, A herdeira, A coroa) escrita por Kiera Cass. 

A história acontece a seguir a uma 4ªguerra mundial em que os Estados Unidos deixaram de existir  e são substituídos por um país chamado Illéa. Illéa é governado através de uma monarquia, e nele a sociedade é dividida por castas, de 1 a 8, sendo a casta 8 a mais pobre e a casta 1 a da família real. A personagem principal, America Singer, é uma rapariga de 17 anos que pertence à casta 5. Trabalha como cantora e pianista, para ajudar a família que lida com prblemas, como a falta de comida e mantimentos. Ela está apaixonda por um rapaz da casta 6, o que é um problema, por ser de uma casta inferior. Se eles casassem, a sua qualidade de vida iria piorar, algo que a sua família não deixaria acontecer, por isso, America e Aspen mantêm a sua relação em segredo há mais de dois anos. Certo dia, America recebe uma carta que convida todas as mulherers solteiras, entre os 16 e 20 anos de idade, a preencherem um formulário para tentarem ser umas das 35 candidatas a noiva do príncipe herdeiro, Maxon Shreve. America, no início, não queria inscrever-se, mas devido ao facto de durante a seleção as famílias serem gemerosamente recompensadas pelos serviços das filhas, ela reconsidera. Ela não teria nada a perder em prencher o tal formulário. Assim sendo, ela arrisca e preenche a sua candidatura. Passado algum tempo, Amerida descobre que faz parte das 35 candidatas destinadas a lutar, ferozmente, pelo coração do príncipe. Tem de ir viver para o palácio onde, através de um encontro atribulado, começa pouco  a pouco a questionar todos os planos que definiu para si mesma. Percebe então que a vida com que sempre sonhou pode não ter comparação alguma com o futuro que nunca imaginou possível...

Filipa Cangueiro, 9ºA-S

Data de leitura: dezembro 2018

publicado por buelivros às 16:59

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Título: Rainha Vermelha

Autor: Victoria Aveyard

Editora: Saída de emergência

Ano da 1ª edição: 2015

Género: Ficção jivenil , literatura fantástica      

Sinopse: A "Rainha Vermelha" é o primeiro de uma coleção de quatro livros (Rainha Vermelha, Espada de Vidro, A jaula do rei, Tempestade de Guerra) escrita por Victoria Aveyard.

A "Rainha Vermelha" passa-se numa nova era onde a sociedade está dividida pelo sangue: os de sangue vermelho e os de sangue prateado. 

Os de sangue vermelho são pessoas que nascem destinadas a pertencer à plebe, e que trabalham como ajudantes, criados, soldados, e que podem ser mortos sem qualquer prejuízo. Os de sangue prateado, a elite da sociedade, são os ricos, os que mandam, os que detêm poderes mágicos, são os deuses que controlam a nova era. Mas os deuses deixaram de ser amáveis e passaram a ser mortíferos.

Aos dezoito anos, todos os "vermelhos" que não têm ocupação são levados para a guerra, uma guerra que dura há mais de cem anos, entre os lakelanders, habitantes do reino de Lakeland, e os habitantes do reino de Norta, por causa da disputa da terra fértil e dos rios situados na fronteira entre os dois reinos.

No livro, Mare Barrow, uma "vermelha" de 17 anos, sem emprego, está mentalizada que irá para a guerra, e descobre que o seu melhor amigo, Kilorn, está a uma semana de ser recrutado. Contudo, ela tenta fazer tudo para que isso não aconteça. Para isso, vai falar com o seu amigo Will que a põe em contacto com Farley, a capitã da Guarda Escarlate, um grupo rebelde que luta pela igualdade entre "vermelhos" e "prateados". Farley aceita ajudá-la mas pede-lhe em troca uma quantia exorbitante. Mas Mare não desiste e decide ir com a sua irmã Gisa a um mercado de "prateados" onde tenta roubar o que pode. Numa taberna, onde tenta roubar o maior número de bêbedos, conhece Cal que a impede de continuar a roubar e a obriga a voltar à aldeia. Durante o caminho, Mare fala-lhe dos seus problemas. 

No dia  seguinte, Mare á convocada para trabalhar no palácio real onde está a decorrer a "Prova da Rainha". Nesta prova, as "prateadas" das grandes famílias mostram as suas habilidades e os seus poderes: a mais poderosa casará com o príncipe herdeiro, Tiberias Calore VII.

Durante a última apresentação, um imprevisto faz com que Mare descubra, perante o rei, os príncipes e os nobres, que tem um poder somente acessível aos "prateados". O rei não fica indiferente à miúda relâmpago de uniforme vermelho e decide escondê-la, para a apresentar depois como uma "prateada" há muito tempo perdida que desposará um dos seus dois filhos.

Mare descobre assim um novo mundo, que até então parecia perfeito, mas que poderá ser mortal para ela e para os seus.

Escolherá ela o poder, o amor, ambos?...

Booktrailler:

 

 

 

 

 

 

 

 

Filipa Cangueiro, 9ºA-S

Data de leitura: dezembro 2018

publicado por buelivros às 15:50

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TítuloO Teorema de Katherine 

Autor: John Green

Editora: ASA

Ano da 1ª edição: 2006       

Sinopse: Colin Singleton é um jovem prodígio com uma vida amorosa repetitiva e desastrosa. Durante a sua vida, namorou e foi deixado por 19 raparigas de nome Katherine. Destroçado pelo seu último fim de namoro, Colin decide partir com Hassan numa viagem de carro sem destino definido. Acabam, deste modo, por encontrar Gutshot, no Tennessee, e conhecer Lindsey e a sua mãe, Hollis. Esta última propõe-lhes um trabalho - entrevistar as pessoas da terra - que eles aceitam, pelo que Gutshot se torna o destino a que levou a inicial viagem de fim indefinido. Acabam por conhecer mais algumas pessoas da zona, e Colin debate-se com o pedaço que falta no seu interior, fruto da sua última separação. É neste cenário que o jovem prodígio tem o seu “momento eureka”, percebendo que seria possível existir um teorema que conseguisse representar o sucesso das relações amorosas consoante as características de cada um dos membros do casal, o que evitaria que ele ficasse de novo deprimido pelo final de outro namoro. Assistimos a uma mudança na maneira como Colin considera os seus princípios e percebemos que, afinal, ser importante a nível mundial não é uma condição essencial para a nossa felicidade.

Apreciação Crítica: Este livro não me impressionou muito. O enredo era previsível e a linguagem muito acessível (se é que é possível que exista linguagem demasiado acessível). Apesar de ser divertido, agradável pela sua simplicidade e com um final razoavelmente bom, a história não tem muito conteúdo nem é densa, apenas conta uma história linear e sem muitas reviravoltas. Apresenta uma lição de moral no fim: recorda-nos que não temos de ser populares para ser felizes, que cada um de nós é único à sua maneira e que faz parte de uma globalidade da qual não se sobressai sempre. Além disso, confesso, fiquei com uma particular curiosidade em relação a anagramas e à “matematização” de fenómenos do nosso dia a dia. Penso que é um livro extremamente acessível que não chega aos calcanhares de A culpa é das estrelas, pelo que não considero que seja uma leitura prioritária e essencial tendo em conta a existência de obras melhores.

Citações: “Aquilo de que nos lembramos transforma-se no que aconteceu.”; “a nossa importância é definida pelas coisas que são importantes para nós.”

Helena Rodrigues, 10ºB

Data de leitura: setembro 2018

publicado por buelivros às 15:31

02
Jan 19

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Título: As poções secretas da professora Parassalsa

Autor: Robin Tzannes

Ilustrador: Korky Paul

Editora: Gradiva Junior

Ano de Edição: 2008        

Nº de páginas: 36

Sinopse:

A história passa-se num laboratório. As personagens são: a professora Parassalsa, "a maior cientista do mundo", o Celso, ajudante da professora, e o Barnabé, a cobaia do laboratório.

O Celso, "preguiçoso e resmungão", quer ser rico e famoso para não ter de trabalhar, então, um dia, quando a professora sai, resolve procurar uma fórmula mágica. Encontra um cofre que tinha escrito "ULTRASECRETO", cheio de poções. Resolve experimentá-las no Barnabé, e tudo corre bem até ao momento em que o Barnabé pede um desejo e se transforma em Celso! No final, a professora Parassalsa descobre tudo, mas antes de tirar o Celso de apuros, resolve ir comer uma "Torrada inqueimável" com o Barnabé!

Apreciação Crítica:

Achei este livro muito curioso, por se passar num laboratório de experiências. Para além disso, com esta história aprendi que não podemos ter tudo aquilo que queremos. Aconselho a sua leitura, porque aprendemos novas palavras. Destaco a personagem do Celso que, nesta história, é a personagem principal.

Dinis Maria Fernandes, 5ºA

Data de leitura: dezembro 2018

publicado por buelivros às 11:59

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Título: A sombra do Vento

Autor(a): Carlos Ruiz Zafón

Editora: BYS

Ano de Edição: 2011        

Nº de páginas: 526

Sinopse:

A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón, leva-nos a Barcelona do pós-2ª Guerra Mundial para nos contar a história de Daniel Sempere, um rapaz que é levado pelo pai ao Cemitério dos Livros Esquecidos, onde encontra um livro que mudará a sua vida. Este guia-o para um labirinto de mistérios, intrigas e histórias de amor que o leva a desvendar os segredos de Barcelona. Num enredo com algumas reviravoltas e suspense até ao fim, A Sombra do Vento é reconhecida como a obra mais memorável de Zafón, que nos faz pensar no valor do amor, amizade e família e na importância que os livros têm na nossa vida.

Apreciação Crítica:

Gostei deste livro, embora tivesse expetativas mais altas em relação a ele. Como tinha lido Marina anteriormente, esperava mais suspense e uma ação que não demorasse tanto a começar. Ainda assim, depois de a narrativa se adensar (após uma boa data de páginas) a história torna-se interessante e intrigante, e questionamo-nos sobre quem estará de facto a dizer a verdade e qual será a história por trás do misterioso nome de Carax. O desenlace final com o encaixe dos relatos que nos vão revelando o mistério está muito bem construído, assim como a intrigante (e sinistra) "aura" de Carax e da mansão dos Aldaya. Uma narrativa inteligente e maravilhosamente escrita, que conjuga um relato enigmático com histórias de amor, com descobertas inesperadas até ao fim.

Citação escolhida: "Sempre pensei que seríamoas inseparáveis, mas a vida deve saber quaquer coisa que nós não sabemos."

Helena Rodrigues, 10ºB

Data de leitura: dezembro 2018

publicado por buelivros às 11:46

22
Nov 18

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Título: Para sempre - A vida muda num segundo

Autor(a): Judith McNaught

Editora: ASA

Ano de Edição: 2014           

Nº de páginas: 344

Sinopse:

"Para sempre" conta-nos a história de Victoria Seaton que, após a morte dos seus pais, descobre que não é quem julga ser. Victoria, "duquesa de Claremont", abandona Nova York e o seu amado e embarca para Inglaterra, mas a sua avó não a aceita e envia-a para Walkfield, a cargo de Charles Fielding, seu tio, e Jason, seu primo afastado. Animado com a ideia de unir finalmente os Claremont aos Fielding, Charles anuncia o noivado de Victoria e Jason. E assim se inicia a história de um amor louco e difícil de acontecer.

Apreciação Crítica:

Já li este livro várias vezes e fico triste todas as vezes que o termino de ler. É um livro que tem a capacidade de transportar quem o lê para um mundo imaginário, caracterizando ao pormenor as relações da alta sociedade. Aconselho a sua leitura a quem procura um bom livro para ler a quelquer hora do dia. Destaco uma das personagens da história -  Jason -, cujo caráter mais evolui ao longo do livro, sendo a sua maior influência a sua futura mulher, Victoria Seaton.

 

Erica Pires, 12ºB

Data de leitura: 29 outubro 2018

 

 

publicado por buelivros às 23:01

15
Out 18

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Título: No meu peito não cabem pássaros

Autor(a): Nuno Camarneiro

Editora: D. Quixote

Ano de Edição: 2011               

Nº de páginas: 190

Sinopse:

Este livro narra a história de três autores distintos, cujas vidas não se confundem, mas que têm em comum o sentimento de inconformidade com o mundo que os rodeia e ainda mais consigo mesmo: Karl Kafka, um imigrante inadaptado na enorme e impessoal cidade de Nova Iorque, na qual vive de forma solitária e conflituosa; Jorge Borges, apresentado ainda como uma criança desajustada em Buenos Aires e posteriormente como um adulto dececionado que não consegue encontrar no mundo onde vive lugar para a sua imaginação e para as histórias que lhe povoam a mente; e, por fim, Fernando Pessoa, uma criança doente na casa da tia em Lisboa e um adulto solitário e inconformado com a vida ainda que nela encontre a sua vocação de poeta. Três homens, três vidas e três percursos que nunca se cruzam nem se misturam.

Apreciação Crítica:

A contracapa do livro informa-nos das três personagens que protagonizam a história, que são nada mais nada menos que três mentes brilhantes distintas que marcaram a literatura internacional: Karl Kafka, Jorge Borges e Fernando Pessoa. Apesar das diferenças geográficas e de idade, as personagens têm em comum a passagem de dois cometas pela terra, no ano de 1910, facto que suscita um enorme pânico a nível mundial e faz com que muitas pessoas se suicidem com medo de um provável fim do mundo: “Em todo o mundo, pessoas enlouqueceram, suicidaram-se, crucificaram-se, ou simplesmente aguardaram caladas e vencidas aquilo que acreditaram ser o fim do mundo”. Assim são as primeiras páginas do livro, com versículos de diversos jornais que relatam essa mesma notícia.

As três narrativas que se seguem intercalam-se em pequenos capítulos nos quais vamos acompanhando vários momentos da vida das personagens, o seu crescimento e amadurecimento enquanto pessoas e escritores. Sem nunca contrariar as biografais oficiais, Nuno Camarneiro teve como objetivo relatar os dias dos protagonistas e recriar outros com base naquilo que é conhecido sobre as suas vidas.

O principal destaque do livro é, sem dúvida, a linguagem poética usada pelo autor, bem assente no título da obra. A escrita, para além de extremamente bela e acessível, completa-se com um vocabulário variado, o que torna este livro uma obra para se ler sem pressa de chegar ao fim.

Apesar de ter gostado bastante da ideia original do autor e do seu emprego das palavras, a narrativa em si deixa muito a desejar, principalmente pelo facto de quase não existirem menções à passagem dos cometas e das suas consequências, que ficaram tão vincadas nas primeiras páginas, o que pensei ser o tema principal do livro.

Um pequeno romance extremamente bem escrito, ainda que com necessidade de um pouco de intriga, para ler calmamente e sobretudo para refletir.

Citação preferida:

“Um retrato traz-nos um pedaço de mundo visto pelos olhos da realidade. É assim que eu sou, assim me vêem. Que máquina mostrará um dia o outro lado da gente? Quem há-de retratar os bastidores desarrumados das nossas poses serenas?” (pág. 113).

Data de leitura: outubro 2018

Oceana Fernandes, 10ºA

publicado por buelivros às 00:30

26
Jun 18

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Autor: Dulce Maria Cardoso

Título: O retorno

Editora: Tinta da China

1ª edição: 2012

Nº de páginas: 267

 

 

 

 

 

Assunto/Sinopse

O Retorno é um livro escrito por Dulce Maria Cardoso que retrata o regresso dos colonos portugueses de África, na perspetiva de um rapaz de 15 anos, Rui, que é obrigado a lidar com uma situação adversa naquela fase da vida em que o mundo é uma folha branca para escrever a história da nossa individualidade. Após o dia 25 de abril de 1974, as colónias começam a lutar pela sua independência, pelo que os negros perseguem os brancos, que são mortos ou obrigados a deixar o país. A família de Rui é das últimas a deixar Angola, e, pouco antes de deixar o país, militares negros surgem em frente da sua casa perguntando pelo “carniceiro do Grafanil”. Acabam por levar o seu pai, e ele, a mãe e a irmã têm de apanhar o avião para a “metrópole”, pois é uma oportunidade única. Assim, Rui assume o papel de homem de família, sentindo-se responsável pela mãe, que tem uma depressão, e a irmã, que apesar de ser mais velha fica mais abalada com a mudança do que ele. Assistimos à sua adaptação a uma nova realidade, que passa pela criação de novas amizades, mudança de hábitos, contacto com um clima diferente e um crescimento físico e mental face à nova situação em que se encontra.

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Gostei muito deste livro. Permitiu-me conhecer melhor um período da História que eu associava apenas ao regresso dos portugueses das colónias, sem fazer ideia do clima de tensão que estes encontravam ao chegar à “metrópole”. O Retorno apresenta-nos o que foi vivido pelos retornados que saíram de uma situação de medo e perseguição para entrarem numa sociedade onde são discriminados e repudiados. O relato feito na primeira pessoa por um rapaz adolescente é muito expressivo, simples e claro, transmitindo-nos o seu medo, raiva ou euforia sem rodeios nem embelezamentos textuais. Entramos no mundo dos retornados do pós 25 de abril e somos agarrados pela história de Rui, do qual nos tornamos facilmente amigos. Uma leitura divertida, revoltante e emocionante que recomendo a todos.

 

Citação preferida:

“O sol pode cegar-te mas não te importes, se lhe voltas as costas a tua sombra esconde o que procuras” – p.164

 

Sobre a autora:  https://www.youtube.com/watch?v=9xrPvA2wFFc

 

Helena Rodrigues, 9ºB

Data de leitura: junho 2018

publicado por buelivros às 15:46

20
Jun 18

 

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Autor: Patrick Süskind

Título: O perfume

Editora: Presença

1ª edição: 1985

Ano de edição: 2015

Nº de páginas: 271

 

Assunto/Sinopse

Jean-Baptiste Grenouille, o protagonista do livro é abandonado pela mãe à nascença junto a restos de tripas de peixe num mercado parisiense, sendo posteriormente rejeitado por várias amas e instituições religiosas por causar uma sensação de desconforto que as pessoas não conseguiam explicar. Foi ainda rejeitado pela própria natureza que lhe negou o direito de exalar qualquer odor característico dos seres humanos. Deste modo, Grenouille, apesar de ter crescido num ambiente de repúdio e rejeição, acaba por descobrir ser dotado de uma enorme sensibilidade olfativa que lhe permite detetar qualquer odor e a sua composição a quilómetros de distância, conseguindo ainda combiná-los entre si e guardá-los na sua cabeça. Desprovido de cheiro, Grenouille parte, assim em busca da essência perfeita, do perfume que lhe falta para seduzir e dominar qualquer pessoa. Nesta busca compulsiva começa por aprender e aprimorar as técnicas necessárias ao fabrico de perfumes, terminando por realizar uma série crimes e homicídios, com vista a atingir os seus objetivos.

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Esta é sem dúvida uma história misteriosa e muito perturbadora, fruto de uma ideia genial e única por parte do autor, que na minha opinião ou se ama ou se odeia. Eu, particularmente, adorei o livro por vários aspetos. Em primeiro lugar, achei a história bastante intrigante, em grande parte devido à personagem principal, Grenouille. Uma personagem complexa capaz de comover e despertar pena, devido ao seu passado e à forma como foi negligenciado e rejeitado na infância, mas também ódio, repulsa e desconfiança por todas as suas ações monstruosas que não nos permitem realmente enfatizar com esta curiosa personagem. Grenouille, comparado várias vezes com um animal, é um psicopata desprovido de sentimentos tornando-se cada vez mais fascinante à medida que se aproxima de atingir o seu objetivo - produzir o perfume que faria com que todos o amassem.

Outro aspeto de que gostei e que me cativou imenso foi a narrativa de Patrick Süskind, muito detalhada e rica em descrições olfativas e visuais, que não só nos permitem entrar na mente de um verdadeiro psicopata, como também vivenciar os diferentes momentos do livro e sentir os aromas descritos. Além disso, os momentos finais são simplesmente geniais. Nunca ao longo da leitura me ocorreu aquele final, mas agora, depois de o ler, penso que não poderia ser outro e que se enquadra na perfeição. A história fascinante e o vocabulário simples tornam a leitura fluida e envolvente.

Este é um livro fantástico, com uma história única capaz de despertar emoções contraditórias, uma vez a sua história nos cativa e nos repugna ao mesmo tempo e com certeza Grenouille não vai ser fácil de esquecer. Aconselho vivamente a sua leitura.

Citação preferida:

 “ Até então acreditara que era do mundo de um modo geral que ele precisava de escapar. Não era, porém, do mundo, mas das pessoas. Parecia-lhe que num mundo vazio de gente até dava para viver. “

Oceana Fernandes, 10ºA

Data de leitura: novembro 2018

Assunto/Sinopse

Jean-Baptiste Grenouille, órfão de pai e mãe, nasceu no meio dos odores nauseabundos do mercado de rua de Paris, rodeado de cabeças e tripas de peixe debaixo da banca onde a mãe trabalhava. Criado pela ama Madame Gaillard, Grenouille cresce desprovido de emoção e vai desvendando a sua capacidade extraordinária: um olfato muitíssimo apurado que lhe permite captar os cheiros de tudo o que o rodeia, incluindo o daquilo que as pessoas normais não cheiram (o vidro, o ar, o álcool…). Vagueando por Paris, aperfeiçoa o seu dote, sendo, até, capaz de guardar os cheiros na sua mente como se fossem livros numa biblioteca. Depois de trabalhar numa fábrica de curtumes, Grenouille consegue estabelecer-se numa perfumaria de Paris como aprendiz do mestre Baldini. Aí aprende as mais usadas técnicas de fabrico de perfumes, e contribui para a recuperação da reputação de Baldini. Não tardará a ambicionar produzir perfumes que sintetizem tudo aquilo que apenas o seu apurado nariz consegue cheirar. Contudo, as técnicas de Baldini não são suficientemente precisas para absorver tais odores. Por isso, dirige-se a Grasse, a cidade dos perfumes, com o objetivo de alcançar o seu sonho: criar um reino de odores que o torne poderoso em relação aos humanos inferiores que não conseguem alcançar a sua sensibilidade odorífera. É em Grasse que a história se adensa, com uma súbita vaga de assassinatos em circunstâncias invulgares… 

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Gostei imenso deste livro. O vocabulário é simples e as descrições permitem ao leitor perceber os cheiros que Grenouille apreende. A história não é muito complexa, tem um desenrolar fluido e um final surpreendente. Confesso que estive à espera dos assassinatos durante a maior parte do livro, mas os acontecimentos que os precederam não me deixaram desiludida nem diminuíram a minha vontade de continuar a ler. O fim é impressionante e inesperado, e compensa a espera. Depois de se ler este livro, até começamos a tentar cheirar tudo o que nos rodeia para tentar ser como o Grenouille!

Recomendo este livro a qualquer pessoa que goste de ler, pois penso que é uma leitura interessante e importante na construção do nosso mundo literário.

Citação preferida:

“Era a primeira vez que faziam qualquer coisa por amor.”

Helena Rodrigues, 9ºB

Data de leitura: maio 2018

 

publicado por buelivros às 18:28

06
Abr 18

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 Autor: Afonso Cruz

Título: Vamos comprar um poeta

Editora: Caminho

Data da edição: 2016

Número de páginas: 101

 

Assunto/Sinopse

Esta história é sobre uma sociedade imaginada e ligeiramente distópica onde as pessoas em vez de nomes têm números e tudo é medido quantitivamente com exatidão desde os três gramas de manteiga para barrar o pão até aos mililitros de saliva partilhados nos afetos.

As famílias desta sociedade possuem artistas em vez de animais de estimação, tendo a jovem protagonista da história optado por ter um poeta, visto que este não sai caro e ao contrário dos pintores ou escultores, não suja muito.

No entanto, a presença do poeta no seio desta família vai transformar a vida da protagonista de tal modo que esta nunca mais irá pensar sobre a poesia o que outrora pensou.

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Este livro tem como principal objetivo a critica à sociedade materialista em que nos inserimos que dá mais importância às questões económico-financeiras que ao bem-estar da população e à forma como a cultura é vista pela sociedade que a considera inútil e um disparate.

Neste cenário distópico, a arte entretém de forma extremista a população, ou seja, leva-se um poeta para casa como que adotando um animal de estimação.

O livro narra, na sua maioria, a relação entre a protagonista de 12 anos com o seu poeta que muda gradualmente a maneira da jovem pensar, deixando-se afetar pelas metáforas (mentiras como lhe chamam no livro) e pelos adjetivos. “Percebi que estava cada vez mais inutilista e que pensava em coisas só pela sua beleza e não queria saber do seu valor monetário ou instrumental.”, “Estaria doente?”.

O autor tem como objetivo fazer as pessoas refletir acerca da importância da poesia, da criatividade e da cultura nas nossas vidas, complementando a sua crítica no prefácio onde este afirma que as coisas mais importantes não são utilitárias e definitivamente não se podem comprar.

Um pequeno livro, que se lê demasiado rápido, mas com uma enorme importância e  que deverá ser lido e relido.

Citação preferida:

“A cultura não se gasta. Quanto mais se usa, mais se tem.”

Oceana Fernandes, 9ºA-S

Data de leitura: março 2018

publicado por buelivros às 18:11

 

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Autor: Harper Lee

Título: Não Matem a Cotovia

Editora: Europa-América

Data da edição: 1960

Número de páginas:272

 

Assunto/Sinopse

Durante os anos de 1930, no seio da Grande Depressão americana, Atticus Finch, advogado numa pequena cidade do sul dos Estados Unidos, recebe a dura tarefa de defender um homem negro acusado de estuprar uma jovem branca.

Esta história é narrada através do olhar atento, curioso e inocente de Jean Louise, filha mais nova de Atticus, que descreve não só o racismo como também o preconceito que caracterizam as relações humanas numa pequena e conservadora comunidade.

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Adorei todos os aspetos do livro, desde a historia, às personagens, à escrita e mesmo o título, repleto de profundidade e simbolismo que tornaram este clássico da literatura norte-americana um dos melhores livros que alguma vez li.

A história aborda não só o racismo como essencialmente o tema do respeito tanto pelas diferenças que caracterizam as pessoas e as suas opiniões, como também pelos mais velhos e pelo espaço dos outros. Também se relacionam outros problemas como a educação, o estatuto social e o limitado papel da mulher na sociedade da época.

A história é narrada do ponto de vista de Jean Louise (Scout para os amigos e familiares), uma criança de 6 anos cujo crescimento acompanha a narração, o que confere e acrescenta ao livro a inocência e honestidade características de alguém da sua idade. A sua narração também nos leva a questionar o porquê de complicar as coisas mais simples, facilmente compreensíveis por Scout. “Eu penso que só existe um tipo de pessoas. Pessoas.”

Também o facto de ser narrado por uma criança torna o livro mais divertido, apesar do tema abordado ser bastante profundo, existindo um balanço entre os momentos de maior emoção, injúria e indignação com os vários momentos de humor e comicidade existentes ao longo do livro.

Um outro aspeto positivo são, sem dúvida, as personagens, todas muito bem desenvolvidas, retratando os diferentes tipos sociais da época marcada pelo preconceito e crueldade. Acho quase impossível não desenvolver um carinho especial por Scout, uma menina extremamente curiosa, doce e inteligente em relação à sociedade em que se insere.

Também Atticus é uma personagem inesquecível demostrando uma enorme coragem, não ficando calado perante a injustiça e lutando contra tudo e todos na esperança de defender aquilo que sabe ser humanamente correto. Além disso, gostei da afeição que Scout e o irmão têm pelo pai, tentando reter todas as suas lições de vida ainda que não as compreendem ou sequer concordem.

Adorei este livro, sem dúvida intemporal, e aconselho vivamente a sua leitura e principalmente a reflexão sobre a sociedade em que nos inserimos. Será difícil um outro livro superá-lo assim tão breve.

Citação preferida:

“Coragem é quando sabemos que estamos vencidos antes de começar, começarmos, apesar de tudo, e irmos até ao fim, aconteça o que acontecer.”

Oceana Fernandes, 9ºA-S

Data de leitura: fevereiro 2018

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publicado por buelivros às 18:10

03
Fev 18

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tulo: Há um pirata na Internet

Autor: Geronimo Stilton

Editora: Presença

Nº de páginas: 117

 

Sinopse: Alguém roubou a identidade de Geronimo Stilton na internet e está a usá-la para arruinar a sua imagem. Além disso, chegam camiões de objetos absurdos, comprados online com o seu cartão de crédito, mas ele não encomendou nada! (texto da cpntracapa).

 

Impressões de leitura: Gostei muito deste livro, porque é um livro sobre um tema atual. Com ele, aprendi e relembrei alguns cuidados a ter quando ando na internet, não só com as "10 regras de Ouro" para navegar na internet, mas também com as desgraças que acontecem ao Stilton. Ele quase fica sem o Diário dos Roedores, a sede do seu jornal, tudo por causa do Nick Ninguém que lhe anda a arruinar a identidade e a gastar todo o dinheiro do seu cartão de crédito. Nesta história, ficamos também a saber mais sobre os perigos dos videojogos! Leiam e aprendam com este livro espetacular!

 

Tiago Falcão, 6B

Data de leitura: 19 de janeiro de 2018

 

 

 

publicado por buelivros às 15:50

01
Fev 18

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Autor: Rick Riordan

Título: Percy Jackson e os Ladrões do Olimpo

Editora: Casa das letras

Data da edição (6ª): 2017

Número de páginas: 326

 

Assunto/Sinopse

Percy Jackson é um rapaz problemático de doze anos que é sistematicamente expulso dos colégios que frequenta. Certo dia, descobre que, na verdade, é um semideus, filho de um deus grego e de uma mortal, e por isso não é como os outros rapazes. Os semideuses são constantemente perseguidos por monstros, por isso o único sítio seguro para eles é o Campo dos Mestiços, para onde Percy é levado pelo seu amigo Grover, o sátiro encarregado de o proteger. É no Campo que conhece Annabeth, Luke e Quíron, e começa a aprender a viver como um semideus. Mas depara-se-lhe um problema ainda maior: o raio mestre de Zeus foi roubado e Percy é o principal suspeito. Juntamente com Annabeth e Grover, parte numa aventura para recuperar o raio de Zeus até ao Solestício de Inverno, resolvendo o enigma do Oráculo, pois só assim será possível garantir a paz do Olimpo e da Humanidade.

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Gostei muito deste livro. Tem uma linguagem muito simples e uma história cativante, a qual é enriquecida pelas referências à mitologia grega. Há passagens que fazem o leitor rir e outras que o põem nervoso, e a vontade de resolver o enigma motiva a ler mais e mais. O livro tem um final surpreendente e deixa-nos curiosos para conhecer a continuação da saga.

Para saber mais:

http://rickriordan.com/

 

Helena Rodrigues, 9ºB

Data de leitura: janeiro 2018

 

publicado por buelivros às 22:43

28
Jan 18

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Autor: H.G.Wells

Título: A máquina do tempo

Editora: Público

Data de edição: 2004

Data de publicação original: 1895

Número de páginas: 126

Nota: A Máquina do Tempo (1895) é uma das primeiras fantasias científicas de H. G. Wells e um clássico do género, a par de A Ilha do Dr. Moreau (1896), O Homem Invisível (1897) e A Guerra dos Mundos (1898).  

Assunto/Sinopse

Em pleno século XIX, um cientista inglês apresentado como o "Viajante do Tempo" constrói uma máquina capaz de viajar até ao futuro. Ao testá-la, é transportado para o ano de 802-701, completamente desconhecido para o cientista. Este novo mundo é habitado por duas espécies distintas: os Elois, pacíficos e dóceis, que aparentemente vivem uma vida sem preocupações, e os Morlock, criaturas subterrâneas que acabam por se revelar predadores dos Elois. O viajante pensa estudar estas criaturas fascinantes e depois regressar ao seu tempo, quando descobre que a sua invenção havia sido roubada.

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Confesso que iniciei esta leitura com bastantes expetativas, mas infelizmente este livro foi para mim uma completa desilusão! É um livro com poucas páginas que, pensava eu, não tardaria a acabar, no entanto demorei bem mais do que aquilo que esperava. Acho que tal se deveu ao facto de a história ter sido, para mim, previsível e pouvo inovadora, dado que o conceito de "viagem no tempo" já foi explorado de todas as formas possíveis! Não gostei das personagens nem da narrativa (feita na 1ª pessoa e por duas personagens), muito superficial, sem grandes explicações.

O único aspeto positivo do livro é, sem dúvida, o modo como o futuro nos é apresentado, a que se deveu o grande sucesso do livro, publicado no século XIX e considerado o primeiro romance de ficção científica a abordar o tema da viagem no tempo, o que despertou a curiosidade das pessoas da sua época. 

Em geral, não gostei, mas apenas porque o li na época errada!

 

Oceana Fernandes, 9A-S

Data de leitura: janeiro 2018

publicado por buelivros às 12:34

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Autor: Joe Carrot

Título: Estás tramado Coelho!

Editora: Porto Editora

Data de publicação: 2011

Número de páginas: 228

 

 Assunto/Sinopse

Larry Diamante é o novo detetive de Coelhópolis, capaz de resolver qualquer caso. Vai acusar Joe Carrot de ter roubado uma preciosa pulseira de diamantes da Laura. Felizmente, Joe não vai preso, porque o seu amigo Peter grava uma conversa em que Larry é incriminado.

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Adorei ler este livro, porque é empolgante e muito imaginativo! Gostei da parte em que Carrot tenta encontrar Palmina e Jane e não gostei da parte em que Joe Carrot quase fica falido por causa do Larry Diamante. Foi um dos livros de que mais gostei! Aconselho!

 

Carolina Martins, 7A - S

Data de leitura: novembro 2017

publicado por buelivros às 12:26

pedro-alecrim.jpg

 

Autor: António Mota

Título: Pedro Alecrim

Editora: Gailivro

Data de publicação: 2006

Número de páginas: 131

 

 Assunto/Sinopse

Numa aldeia chamada Pragal, vivia um rapaz chamado Pedro que, com os seus pais, criava gado. Pedro tinha um irmão gago, mas muito meigo e curioso, e uma irmã. Pedro começou a trabalhar mais cedo do que o esperado...

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Gostei muito deste livro, porque nos apresenta um passado que se enquadra na realidade dos nossos pais e avós. Muitos não aprenderam a ler e a escrever porque não tinham possibilidades financeiras e tiveram de começar a trabalhar muito cedo para ganhar algum dinheiro. Achei este livro entusiasmante!

João Besteiro Domingues,  5B

Data de leitura: janeiro de 2018

 

 

 Assunto/Sinopse

Este livro é constituído por 23 capítulos e conta a história de Pedro, um menino que andava no 6ºano. Esta história é muito antiga, no tempo em que os meninos tinham de ajudar os pais nos campos e que tinham de abandonar a escola para irem trabalhar e a ajudar a sustentar a família.  Quem conta esta história é o Pedro que mora no Pragal e que tem muitos amigos: o Nicolau, o Luís, a Rita, o Martinho e a Joana.

Apreciação crítica/Impressões de leitura

A passagem de que eu mais gostei foi quando o Pedro contou um episódio que se passara entre a mãe e o pai: uma vez o pai exaltou-se com a mãe e esta, para não discutir saiu de casa. Como ela demorava muito em aparecer, eles foram procurá-la, mas não a encontraram em lado nenhum, por isso voltaram para casa e quando chegaram viram que a mãe já lá estava e aí descobriram onde ela tinha estado…

   A minha personagem preferida é o Nicolau, porque ele era o melhor amigo de Pedro e fazia de Pedro seu confidente. A prova disso foi quando o Nicolau lhe escreveu uma carta em guardanapos a contar o que lhe tinha acontecido.

    Fiquei um pouco confuso com a carta que o Luís escreveu ao Pedro, pois a carta estava escrita numa linguagem cifrada sendo difícil de entender na primeira leitura, por exemplo:”Olávef, Pedrovof!”.

    Gostei muito desta história porque me permitiu saber como algumas as crianças viviam antigamente.

 João Rodrigues,  6A

Data de leitura: dezembro de 2017

 

 

publicado por buelivros às 12:19
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o primo basílio.jpgo primo basílio2.jpg

 

Autor: Eça de Queirós

Título: O Primo Basílio

Editora: Livros do Brasil

Data de publicação (original): 1878

Número de páginas: 457

 

 Assunto/Sinopse

Jorge e Luísa são o típico casal burguês da classe média lisboeta de finais do século XIX. Um casal cujo equilíbrio fica em risco com a partida de Jorge para o Alentejo onde permanece várias semanas. Entretanto, Luísa, aborrecida e sozinha em casa, recebe a visita do seu primo Basílio, com o qual outrora havia tido um caso amoroso. Estas visitas começam a ser frequentes e, seduzida por Basílio, Luísa acaba por cair em adultério numa história de chantagem, imoralidade e tragédia.

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Uma obra fantástica que me surpreendeu bastante pela positiva. Por ser o primeiro livro que leio do escritor, para além dos Contos, pensei que seria mais monótono e de difícil compreensão, mas foi para mim uma leitura fluída e divertida, escrita com bastantes detalhes e descrições, que foram capazes de me fazer viver a história à medida que é narrada. Outro aspeto de que também gostei bastante foram as personagens do livro, cada qual com a sua personalidade e todas diferentes, desde a mais simplles à mais excêntrica, da mais honesta à mais cruel e mesquinha, todos tornaram esta leitura mais envolvente e cativante. Outro aspeto positivo são as críticas tecidas ao longo da obra às várias personagens, cheias de ironia e humor. Uma incrível leitura, já que Eça de Queirós foi capaz de transformar um romance cliché numa história espantosa que retrata na perfeição a sociedade da época.

Citação preferida

"É que o amor é essencialmente perecível e na hora em que nasce começa a morrer."

 

Oceana Fernandes,  9A-S   

Data de leitura: janeiro de 2018

publicado por buelivros às 12:02

Autor: 8-Horas-na-Escola-de-Queijo.jpgGeronimo Stilton

Título: 8 horas: Na escola de queijo

Editora: Presença

Data de publicação: 2013

Número de páginas: 117

 

 Assunto/Sinopse

Ia ser um dia muito especial para Geronimo: ele tinha sido convidado para ir à escola do seu sobrinho Benjamim falar da sua profissão de escritor...

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Ao ler o título deste livro, pensei em muitas maneiras de como poderia ser esta história! Nesta aventura, Geronimo faz o oposto do que faz nos outros livros: em vez de fazer má figura, vai ser um herói!

 

Tiago Falcão,  6B   

Data de leitura: dezembro de 2017

 

 

publicado por buelivros às 11:44

um minuto para a meia noite.JPG

 

Autor: Joe Carrot

Editora: Porto Editora

Data de publicação: 2010

Número de páginas: 119

 

 Assunto/Sinopse

O detetive Joe Carrot está no seu escritório e entra um casal, o senhor Rufo MacRábano e a senhora Rubina, que estava muito triste e a chorar (ela chora por qualquer motivo!!). Eles vivem no Vale dos Arrepios, onde cultivam legumes e vegetais que são os melhores de Coelhópolis. O motivo pelo qual queriam falar com o detetive era porque no Vale dos Arrepios, ao faltar um minuto para a meia-noite, começam a acontecer coisas estranhas:  ouvem-se barulhos, vandalizam a horta, deixam a água a correr... A senhora Rubina afirma que viu a Bruxa Rapina, mas o detetive não acredita em bruxas. Joe Carrot investiga o caso e descobre que, afinal, a bruxa não é verdadeira e voa graças à hélice de um pequeno motor telecomandado. Acaba por descobrir que quem está por trás de tudo é Hector O'Hare, o mais rico do Vale dos Arrepios, só porque queria que o senhor Rufo lhe vendesse a sua horta!

Apreciação crítica/Impressões de leitura

Adorei este livro pois tem muito suspense e muita aventura. A parte de que mais gostei foi a parte em que Joe Carrot descobre que a bruxa Rapina não é verdadeira, mas não houve nada de que não tivesse gostado. Adorei o livro e recomendo-o a todos os meus colegas!

um minuto para a meia noite2.JPG

Carolina Martins,  7A - S     

Data de leitura: janeiro de 2018

 

 

 

publicado por buelivros às 11:13

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Autor: Rachel Russel

Editora: Gailivro

Número de páginas: 291

 

Assunto/Sinopse

Neste Diário, Niki e Brandon encontram à porta dos "Amigos Felpudos" uma cadela com filhinhos que já não têm espaço na associação! Então, com os amigos, resolvem tratar deles durante uma semana, e não vai ser fácil separarem-se!

 

Apreciação crítica/Impressões de leitura

A personagem de que mais gostei foi a Briana, irmã da Niki, porque conseguiu manter segredo quanto à decisão de tomarem conta dos cães. Pelo contrário, a mãe da Niki não aceitou ter os cães em casa, por isso a Niki foi obrigada a escondê-los. Para mim, a decisão dos amigos em tomarem conta dos cachorros foi a mais acertada, foi uma atitude muito bonita.

 

Ana Costa, 7A - S   

Data de leitura: novembro 2017 

publicado por buelivros às 10:58

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