Este blogue pretende dar a conhecer “leituras” realizadas por alunos do AEMD. Está associado ao projeto "Cartão de Fidelidade" da Biblioteca Escolar que atribui pontos por cada opinião sobre livros lidos.

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Jan 17

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Data de Leitura: dezembro 2016

Sinopse:

“O Diário de Anne Frank” leva-nos à realidade vivida pelos judeus escondidos durante a Segunda Guerra Mundial, dando-nos a conhecer o quotidiano de oito deles. A família Frank mudou-se para Amesterdão quando Anne tinha apenas quatro anos, onde estabeleceu um modo de vida normal, as crianças iam à escola e o pai trabalhava. Com o começo do governo de Hitler, veem-se obrigados, como judeus, a cumprir as novas leis por ele impostas, ainda que os prejudicasse. Quando recebem a convocatória de Margot, decidem antecipar a mudança para o esconderijo, prevista para dez dias mais tarde. A partir daí, somos confrontados com a dura realidade de uma família escondida, que tem de ter cuidado com cada ruído que faça, sempre com a chama do receio de ser descoberto acesa. Com a chegada dos Van Daans e o acolhimento do Sr. Dussel, já se somam oito pessoas a viver no Anexo Secreto. Estar tanto tempo no mesmo espaço, sempre com as mesmas pessoas, origina as brigas que Anne também descreve no seu Diário. Entre pensamentos, esperanças, receios, paixões, zangas e dúvidas, somos envolvidos pelo mundo de Anne Frank e, de certo modo, tornamo-nos parte dele.

Apreciação crítica:

Eu achei este livro um pouco monótono, visto que a vida quotidiana num Anexo não pode variar muito. No entanto, é interessante do ponto de vista histórico, pois descreve a vida dos judeus escondidos durante o Holocausto. Do ponto de vista literário, não é um livro de difícil compreensão, com a utilização de um vocabulário simples e acessível. Neste livro encontram-se características da adolescência, que curiosamente se mantiveram até aos dias de hoje. É interessante comparar a vida difícil daquele tempo com o nosso quotidiano actual, pois hoje em dia penso que viver em circunstâncias como as dos judeus escondidos é para muitos inimaginável. É um livro que nos abre os horizontes e nos põe no lugar de Anne, que como muitos outros viveu uma vida de medo e receio e acabou por não sobreviver. Um “clássico” que atravessa gerações e deixa marcas nos leitores.

Helena Rodrigues, 8ºB

 

Eu gostei do livro, pos fala-nos de uma época real, sem esconder nada. Foi interessante saber como uma rapariga adolescente se sentiu e o que fez para se divertir, vivendo isolada do mundo, apenas contando com a presença da sua família e de alguns amigos.

Oceana Fernandes, 8ºA-S

 

Acho que é um livro algo entediante, pois os relatos que Anne faz no seu diário são sempre sobre o que faz, sobre as discussões que se criam ou sobre o que ela aprende, no entanto não deixa de ser um testemunho vivo de uma das vítimas do nazismo. Gostei das passagens relativas à guerra e também de sentir que Anne vai amadurecendo e crescendo ao longo dos dois anos que passa no Anexo, sempre acreditando que não seria encontrada e levada para um campo de concentração. A alguns meses da libertação de Auschwitz, algo de terrível acontece...

André Ferreira, 9ºA-S

 

publicado por buelivros às 18:57

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